22 março 2014

Ainda hoje espero estupidamente que esta semana tenha sido toda ela um sonho. 
Na segunda há-de terminar, digo eu.
Mas não, admito que não. Sei que já não vou ouvir a tua voz, não vou tocar nas tuas mãos ou simplesmente fazer-te companhia e ajudar-te a lutar. Na verdade, não precisavas, nestes 6 meses soubeste nunca desistir. 
Sei a saudade que ficou e o desejo que a tua dor tenha desaparecido.
No dia que descobrirem a cura do cancro, vou sorrir por ti.

Obrigada avô lutador*

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